Alzheimer: entenda como prevenir e tratar a doença

Alzheimer: entenda como prevenir e tratar a doença

O Mal de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que causa perda da memória e a deficiência motora progressiva. Apesar de não haver cura os tratamentos são capazes de retardar o seu desenvolvimento.

Os avanços da medicina permitem aos pacientes uma sobrevida maior e melhor qualidade de vida mesmo no estágio mais grave da doença.

O que é Alzheimer?

A doença de Alzheimer caracteriza-se como um transtorno neurodegenerativo progressivo que causa declínio das funções cognitivas e da memória, comprometendo atividades de vida diária e comportamental da pessoa.

O que o Alzheimer causa no cérebro?

Saiba como prevenir e tratar o Alzheimer
Alzheimer como prevenir e tratar

A doença está relacionada à junção de várias causas que podem incluir a genética e outros fatores de risco como envelhecimento, sedentarismo, traumatismos cranianos e tabagismo.

Pesquisadores levantam a hipótese de que algum vírus e a deficiência de certas enzimas e proteínas estejam envolvidos na origem da doença. Como consequência dessa deficiência no processamento de proteínas cerebrais e a toxicidade de algum vírus, ocorre perda progressiva de neurônios em certas regiões do cérebro, como o hipocampo, que controla a memória, e o córtex cerebral, essencial para a linguagem e o raciocínio, reconhecimento de estímulos sensoriais e pensamento abstrato.

Ou seja, o paciente começa a ter perdas de memória, dificuldades em realizar tarefas diárias, agitação e insônia, incontinência urinária e fecal, dificuldade para comer, deficiência motora progressiva e infecções intercorrentes.

Qual o tratamento adequado para Alzheimer?

Até o momento não há cura para a doença. Os tratamentos recomendados têm como objetivo minimizar os sintomas e retardar a sua progressão. Os melhores resultados são obtidos quando o tratamento é iniciado em fases mais precoces da doença.

O SUS (Sistema Único de Saúde) oferece, por meio do Programa de Medicamentos Excepcionais, a rivastigmina, a galantamina e o donepezil, principais remédios utilizados para o tratamento do Alzheimer.

Após o início do tratamento, o paciente deve passar por avaliações médicas constantes dentro de períodos determinados, principalmente após completar um mês de tratamento. O medicamento indicado deve ser mantido obrigatoriamente por um período mínimo de 3 a 6 meses, para que se possa ter ideia de mudanças e eficácias da intervenção medicamentosa para a pessoa.

Enquanto a resposta ao remédio for favorável, o mesmo não deve ser suspenso, sendo fundamental a tomada diária de doses e a observação de intervalos prescritos. A administração irregular compromete o resultado final.

Programa de suporte ao paciente e diagnóstico
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