As maiores inovações do mercado de doenças crônicas

As maiores inovações do mercado de doenças crônicas

No século passado milhares de pessoas morriam por doenças infecciosas, mas graças ao desenvolvimento de vacinas, saneamento melhorado, uma maior conscientização pública em relação à saúde e à medicina moderna, esses casos de óbito diminuíram consideravelmente. A mortalidade geral causada por doenças como gripe e pneumonia diminuiu mais de 50%, enquanto a expectativa de vida aumentou em 30 anos.

Porém, essa mudança trouxe novos desafios, a projeção é de que doenças crônicas como: doenças cardíacas, infarto, câncer, doenças respiratórias crônicas e diabetes sejam responsáveis por 70% de todas as mortes, os sistemas eram criados em torno do tratamento de necessidades agudas ao invés de interações de longo prazo com pacientes, e as doenças crônicas continuavam a evoluir. Hoje a medicina moderna vê a necessidade da prevenção, cuidados e tratamentos adequados e centralizados não só no tratamento da doença, mas na sua prevenção e se instalada a doença crônica, o cuidado específico e individualizado ao paciente.

As doenças crônicas representam são responsáveis pela morte de cerca de 41 milhões de pessoas por ano, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar do alto índice de letalidade, muitos casos poderiam ter sido evitados se as vítimas tivessem recebido um diagnóstico precoce de seu problema. Portanto, as inovações tecnológicas têm sido cada vez mais vistas no campo da saúde para melhorias de atendimento e terapêuticas, que quando caminham juntas, permitem a recuperação do paciente e também sua fidelização.

Conheça as Inovações que estão por vir

Impressão 3D: Na década de 80 a impressora 3D foi concebida, e desde então já se pensa na aplicabilidade do recurso, porem só agora se torna uma tendência da saúde. Cada vez mais pesquisas são desenvolvidas e produtos criados através desta tecnologia. Modelos biológicos, próteses personalizadas e até mesmo órgãos já são impressos desta forma. Existe uma grande expectativa o surgimento e aperfeiçoamento de impressões de tecidos, com o intuito de evitar transplantes e reduzir índices de rejeições nos pacientes.

Inteligência artificial: Modelos de inteligência artificial, é mais uma inovação e tendência de doenças crônicas, a inteligência artificial vêm sendo desenvolvida e aperfeiçoada, com o objetivo de constituírem-se máquinas com bancos de dados. Além de auxiliarem respondendo dúvidas frequentes, integrando informações patológicas de um dado serviço (por exemplo, traçando o perfil epidemiológico de hospitais), podem ser importantes instrumentos para auxiliar médicos na tomada de decisão

Telemedicina: A telemedicina já é utilizada em todo mundo, de forma segura e legalizada, estando de acordo com as normas médicas internacionais. É um processo avançado para monitoramento de pacientes, troca de informações e análise de resultados de diferentes exames. As atividades da telemedicina facilitam o acesso a especialistas, ampliando a assistência ao paciente, principalmente em áreas remotas.

Monitoramento remoto e em tempo real: Para os pacientes portadores de doenças crônicas, que necessitam de monitoramento contínuo para prevenir complicações clínicas, esta facilidade pode salvar vidas. Com a ajuda de dispositivos integrados, é possível medir a pressão arterial, nível de oxigenação, batimentos cardíacos e outros indicadores que são descarregados em aplicativos para serem analisados pelos profissionais de saúde. Um exemplo são os pacientes diabéticos, que podem receber um implante subcutâneo de um fino sensor para a medição da glicose sanguínea. A cada 5 minutos, a medição é enviada para um receptor portátil. Esse sistema manda as informações para um aplicativo do telefone celular, e na sequência, os dados já são descarregados e armazenadas nos prontuários eletrônicos.

Portanto, novidades promissoras estão por vir!