AZIMUTEMED – Dia Mundial de Conscientização sobre Epilepsia (26/03): Adesão ao tratamento melhora qualidade de vida do paciente portador da doença

AZIMUTEMED – Dia Mundial de Conscientização sobre Epilepsia (26/03): Adesão ao tratamento melhora qualidade de vida do paciente portador da doença

No Dia Mundial de Conscientização sobre Epilepsia (26/03), a AzimuteMed, empresa referência no desenvolvimento de programas de diagnóstico, suporte ao paciente, SAC e farmacovigilância, alerta sobre a importância da adesão ao tratamento para melhora na qualidade de vida do indivíduo. O tratamento inclui medicamentos, exames de controle e hábitos saudáveis.

“A epilepsia atinge 50 milhões de pessoas no mundo, mas ainda é muito estigmatizada pela população. Combater os mitos e promover a aceitação são alguns dos cuidados que temos com os pacientes dos nossos programas”, revela Luciana Lauretti, CEO da AzimuteMed.

A AzimuteMed atende pacientes portadores de Epilepsia. O programa oferece informação, apoio, atenção e carinho de uma equipe multiprofissional, que inclui  enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, farmacêuticos e educadores para palestras em escolas. Eles também são contemplados com desconto para compra do medicamento e uma revista com orientações sobre a doença e o tratamento.

A doença

A epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Por isso, algumas pessoas podem ter sintomas mais ou menos evidentes. A causa é desconhecida, mas pode ter origem em traumas na hora do parto, abusos de álcool e drogas, tumores e outras doenças neurológicas.

Conscientização e tratamentos para Epilepsia
Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia

Em crises, o indivíduo pode se apresentar “desligado” por alguns instantes, podendo retomar o que estava fazendo em seguida. Em outras situações, o paciente tem sensações estranhas, como distorções de percepção ou movimentos descontrolados de uma parte do corpo. Ele pode ainda sentir um medo repentino, um desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente. Pode até perder a consciência, e enquanto se recupera, pode se sentir confuso e ter déficits de memória. Quando elas duram mais de 30 minutos sem recuperação da consciência, as funções cerebrais podem ser prejudicadas.

O histórico clínico do paciente é muito importante. Se ele não se lembra das crises, a pessoa que as presencia torna-se fundamental para o diagnóstico, solicitação de exames, e consequentemente, na busca do tratamento adequado.

“O diagnóstico precoce, o tratamento correto acompanhado por um médico da família e hábitos saudáveis vão ajudar ao portador de epilepsia a levar uma vida normal”, explica Bruna Marsura, supervisora do programa de apoio a pacientes portadores de epilepsia da AzimuteMed.

Bruna orienta ainda que se a crise durar menos de cinco minutos, não é necessário chamar um médico. “Acomode o paciente, afrouxe gravatas e botões, coloque um travesseiro sob sua cabeça e espere passar. Depois da crise, a pessoa pode ficar confusa: acalme-a, leve-a para casa”.

Luciana Lauretti conclui: “Ao cuidar do paciente de maneira personalizada e diferenciada, mostrando a importância de entender melhor sua doença e de tomar a medicação certa, entre outras ações, o doente crônico passa a ter qualidade e expectativa de vida”.

Sobre a AzimuteMed

A AzimuteMed atende todo o Brasil, conta com 282 colaboradores e 847 visitadores, que vão ao encontro dos pacientes sempre que necessário. Sanofi, Novartis, Sul América Saúde e Pfizer são alguns de seus clientes.

A empresa impacta a vida de mais de 1 milhão de pessoas, que participam de programas personalizados desenvolvidos para dezenas de doenças e condições de saúde. Artrite Psoríasica, Artrite Reumatoide; Diabetes; vários tipos de canceres, Doença de Gaucher; DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica); Esclerose Múltipla; Espondilite Anquilosante; Fibromialgia; Gestação de risco e recém-nascido de alto risco; Hipertensão, Complicações por depósito de ferro e Câncer de pulmão estão entre elas.

O atendimento é feito por profissionais de saúde – educadores, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais e educadores físicos- que se especializam na orientação para cada doença e respectivo tratamento. Os contatos são feitos com base no conceito de atendimento humanizado, com linguagem acessível. Ao ingressar no programa, a primeira conversa é pelo telefone. Em seguida, o paciente poderá receber visitas presenciais ou online (através de videoconferência), e-mails e mensagens de texto via celular.

Programa de suporte ao paciente e diagnóstico
Programa de suporte ao paciente e diagnóstico