AZIMUTEMED: Estudo mostra a importância do enfermeiro no tratamento e melhora da qualidade de vida do paciente

AZIMUTEMED: Estudo mostra a importância do enfermeiro no tratamento e melhora da qualidade de vida do paciente

O enfermeiro tem papel fundamental na orientação do paciente sobre a doença, o tratamento e o manejo de sintomas, impactando positivamente na qualidade de vida do indivíduo. É o que revela estudo da AzimuteMed, empresa referência no desenvolvimento de programas de diagnóstico e suporte ao paciente.

O objetivo da pesquisa foi avaliar o impacto da intervenção do enfermeiro no controle da dor e nos sintomas depressivos de pacientes com fibromialgia. Os participantes foram avaliados por meio de escala numérica verbal de dor que vai de 0 a 10. A comparação da intensidade média da dor antes e após a intervenção mostrou redução significativa de 5,4 para 4,3.

“Os resultados do estudo indicam que as estratégias educativas utilizadas pelos enfermeiros foram capazes de reduzir a intensidade da dor e os sintomas depressivos de pacientes com fibromialgia, mostrando impacto positivo na qualidade de vida dos doentes”, afirma Marina Salvetti, Professora da Escola de Enfermagem da USP, que coordenou o estudo em parceria com a AzimuteMed.

A pesquisa

A amostra incluiu 353 pacientes com fibromialgia, atendidos no período de 2014 a 2017, espalhados por todo o país, e contemplados pelo programa da AzimuteMed com uma (1) visita domiciliar e orientações educativas pelo telefone ao longo de seis meses. A fibromialgia é uma síndrome reumatológica não inflamatória, que provoca dor muscular crônica, depressão, fadiga, alterações cognitivas, cefaleia, além de prejudicar a qualidade do sono.

Sexo, idade, escolaridade, estado em que reside, tipo de monitoramento, sintomas, intensidade da dor, medicamentos em uso, adesão ao tratamento e o de risco para depressão foram as variáveis demográficas e clínicas avaliadas.

Dos pacientes analisados, 96% eram do sexo feminino, com idade média de 51 anos e 54,6% possuíam ensino superior. A maioria era dos estados de São Paulo (59,9%), Bahia (10,5%) e Rio de Janeiro (9,9%). Entre os indivíduos avaliados, 63,6% estavam na fase do contato telefônico mensal e 36,4% estavam na fase do autocontrole da doença.

No início do programa, 43% dos participantes apresentavam dor persistente e generalizada, 39,6% tinham sintomas controlados e 11,5% referiram fadiga. Em relação ao tratamento farmacológico, 53,8% usavam antidepressivos, 49,5% analgésicos e 9,2% benzodiazepínicos.

Os dados de intensidade da dor foram comparados antes e após os contatos mensais e verificou-se redução significativa. Já a redução do score de depressão não foi significativa. A comparação da dor por categorias antes e após a intervenção do enfermeiro mostrou redução significativa dos casos de dor intensa e aumento dos casos de dor ausente, leve e moderada.

O estudo confirmou, portanto, que a intervenção do enfermeiro no monitoramento da doença é uma estratégia eficaz para melhora dos pacientes com fibromialgia, confirmando a eficácia do tratamento da síndrome.

“O olhar além do corpo físico, do procedimento técnico, e o envolvimento com o ser humano pode transformar a vida das pessoas”, explica Salvetti, que completa: “é este valor humanizado, com dedicação, cuidado e amor, que transcende o atendimento dos enfermeiros da AzimuteMed”.

Sobre a AzimuteMed

A AzimuteMed atende todo o Brasil, conta com 282 colaboradores e 847 visitadores, que vão ao encontro dos pacientes sempre que necessário. Sanofi, Novartis, Sul América Saúde e Pfizer são alguns de seus clientes.

A empresa impacta a vida de mais de 1 milhão de pessoas, que participam de programas personalizados desenvolvidos para dezenas de doenças e condições de saúde. Artrite Psoríasica, Artrite Reumatoide; Diabetes; vários tipos de canceres, Doença de Gaucher; DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica); Esclerose Múltipla; Espondilite Anquilosante; Fibromialgia; Gestação de risco e recém-nascido de alto risco; Hipertensão, Complicações por depósito de ferro e Câncer de pulmão estão entre elas.

O atendimento é feito por profissionais de saúde – educadores, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais e educadores físicos- que se especializam na orientação para cada doença e respectivo tratamento. Os contatos são feitos com base no conceito de atendimento humanizado, com linguagem acessível. Ao ingressar no programa, a primeira conversa é pelo telefone. Em seguida, o paciente poderá receber visitas presenciais ou online (através de videoconferência), e-mails e mensagens de texto via celular.

Programa de suporte ao paciente e diagnóstico
Programa de suporte ao paciente e diagnóstico