AZIMUTEMED – Insuficiência cardíaca: Doença mata mais que o câncer

AZIMUTEMED – Insuficiência cardíaca: Doença mata mais que o câncer

Patologia afeta mais de 23 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, o número chega a três milhões.

Educação contribui para adesão ao tratamento, entendimento sobre a doença e melhora na qualidade de vida do paciente.

Enfermeiros cumprem papel importante no cuidado do indivíduo.

A insuficiência cardíaca é uma patologia grave, que afeta mais de 23 milhões de pessoas no mundo. Dados da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) revelam que 400 mil pessoas morreram por conta de algum tipo de doença cardiovascular em 2018. No Brasil, a doença afeta quase três milhões de pessoas e mata até três vezes mais que os casos de câncer.

A sobrevida após cinco anos de diagnóstico pode ser de apenas 35%, com prevalência que aumenta conforme a faixa etária: aproximadamente de 1% em indivíduos com idade entre 55 e 64 anos, chegando a 17,4% naqueles com idade maior ou igual a 85 anos.

“Para aumentar a expectativa e melhorar a qualidade de vida do indivíduo portador de insuficiência cardíaca, ele precisa entender a sua condição, ser orientado e informado, para poder se cuidar adequadamente”, explica Luciana Lauretti, CEO da AzimuteMed, que completa: “educar é fundamental para empoderar o indivíduo sobre o seu estado de saúde. Somente a informação pode ajudá-lo a compreender a doença e o quanto a prevenção e a adesão ao tratamento são importantes.”

O papel do enfermeiro

ICC Insuficiência cardíaca congestiva

É o enfermeiro que deve estabelecer esta relação de proximidade e confiança com o paciente, atuando como uma extensão do médico. “Em outros países é muito comum, o profissional da saúde atuar no consultório, ao lado do especialista”, conta Luciana.

Ainda segundo a CEO da AzimuteMed, “somente com atenção, cuidado e carinho, o indivíduo se sente seguro para falar sobre o seu estado de saúde, sintomas, histórico familiar e outros dados importantes. Com tais informações, o médico e o paciente aproveitam mais a consulta. O indivíduo é orientado sobre a doença, a importância da adesão e uso correto do medicamento, além de receber dicas sobre alimentação saudável e a prática de atividade física”.

Internações

Até 83% dos pacientes com insuficiência cardíaca sofrem ao menos uma internação ao longo de suas vidas. Após a hospitalização inicial, 25% dos pacientes são novamente internados em 30 dias, sendo que 35% dos casos são por insuficiência. As taxas de novas hospitalizações são crescentes, o que traz grande impacto aos gastos com saúde e a morbidade por insuficiência cardíaca.

Com o objetivo de reverter este cenário, além de cuidar integralmente do paciente, a AzimuteMed e a indústria farmacêutica também investem na educação dos enfermeiros em hospitais. “O enfermeiro bem informado, orienta melhor o paciente na alta, diminuindo o risco de reinternações”, conclui Lauretti.

Sobre a AzimuteMed

A AzimuteMed atende pacientes portadores de insuficiência cardíaca. O programa contempla um canal 0800, e-mail e envio de materiais educativos via correio para esclarecer dúvidas sobre a doença, tratamento e uso do medicamento. Capacitação do corpo de enfermeiros em hospitais e apoio do enfermeiro no consultório do cardiologista também estão entre os serviços oferecidos.

Além da insuficiência cardíaca, a AzimuteMed, desenvolve programas personalizados para dezenas de doenças e condições de saúde. Artrite Psoríasica, Artrite Reumatoide; Diabetes; vários tipos de canceres, Doença de Gaucher; DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica); Esclerose Múltipla; Espondilite Anquilosante; Fibromialgia; Gestação de risco e recém-nascido de alto risco; Hipertensão, Complicações por depósito de ferro e Câncer de pulmão estão entre elas.

O atendimento é feito por profissionais de saúde – educadores, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais e educadores físicos- que se especializam na orientação para cada doença e respectivo tratamento. Os contatos são feitos com base no conceito de atendimento humanizado, com linguagem acessível. Ao ingressar no programa, a primeira conversa é pelo telefone. Em seguida, o paciente poderá receber visitas presenciais ou online (através de videoconferência), e-mails e mensagens de texto via celular.

A AzimuteMed atende todo o Brasil, impactando a vida de mais de 1 milhão de pessoas, conta com 282 colaboradores e 847 visitadores, que vão ao encontro dos pacientes sempre que necessário. Sanofi, Novartis, Sul América Saúde e Pfizer são alguns de seus clientes.

Programa de suporte ao paciente e diagnóstico
Programa de suporte ao paciente e diagnóstico
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