DOENÇAS RARAS: Luciana Lauretti, CEO da AzimuteMed, considera o compartilhamento de risco uma alternativa benéfica para pacientes, indústria e saúde pública

DOENÇAS RARAS: Luciana Lauretti, CEO da AzimuteMed, considera o compartilhamento de risco uma alternativa benéfica para pacientes, indústria e saúde pública

Contribuir para a melhora da qualidade de vida das pessoas com doenças raras também é uma luta da empresa, que desenvolve programas de diagnóstico e suporte ao paciente.

O Ministério da Saúde anunciou recentemente que irá adotar a modalidade de compartilhamento de risco na aquisição de medicamentos. Isso significa que o governo só pagará pelo medicamento se houver melhora do paciente.

“Compartilhar o risco é uma alternativa benéfica para pacientes, indústria farmacêutica e sistema de saúde público. A indústria sempre esteve aberta ao diálogo e em apoiar o paciente, atendendo integralmente a vida do indivíduo. Os nossos programas comprovam este posicionamento”, afirma Luciana Lauretti, CEO da AzimuteMed.

E complementa: “A preocupação com a saúde da população é interesse de todos, por isso a indústria paga pelo diagnóstico mais rápido e investe em serviços de educação, apoio, atenção e carinho ao paciente, para que ele entenda e conviva melhor com a doença”.

AzimuteExplica: Doenças raras e o compartilhamento de risco
Doenças raras e o compartilhamento de risco

O nusinersen (spinraza), destinado ao tratamento da doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME), deverá ser a primeira medicação incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) pelo viés da nova modalidade. Com isso, o estado irá  monitorar os pacientes, e quando o medicamento não cumprir a função para qual foi indicado, esse risco de custo será compartilhado com o laboratório que propôs o tratamento.

A AzimuteMed atende indivíduos portadores de AME. O programa oferece apoio nutricional, psicológico e fisioterapêutico, além da assistência de uma enfermeira para auxiliar no uso correto do medicamento.

Programas de diagnóstico e suporte ao paciente portador de doença rara

Referência no desenvolvimento de programas de diagnóstico e suporte ao paciente, desde 2010, a AzimuteMed apoia pessoas portadoras das mais diversas doenças, de patologias crônicas à raras, proporcionando adesão ao tratamento, facilitando o acesso a medicamentos e orientando sobre os cuidados e prevenção. Assim, nos serviços para as farmacêuticas, se consegue estabilizar a saúde do indivíduo, garantir a eficácia do medicamento e otimizar os investimentos. A AzimuteMed também desenha programas personalizados para empresas, corretoras e operadoras de planos de saúde.

“O foco no indivíduo é uma tendência, e a AzimuteMed é referência no cuidado ao paciente. Um indivíduo informado sobre sua doença, que faz uso correto da medicação e possui hábitos saudáveis ganha qualidade e expectativa de vida”, declara Luciana, que completa: “a iniciativa do governo aliada à indústria farmacêutica é uma importante contribuição para a população”.

Sobre a AzimuteMed

A AzimuteMed atende todo o Brasil, conta com 282 colaboradores e 847 visitadores, que vão ao encontro dos pacientes sempre que necessário. Sanofi, Novartis, Sul América Saúde e Pfizer são alguns de seus clientes.

A empresa impacta a vida de mais de 1 milhão de pessoas, que participam de programas personalizados desenvolvidos para dezenas de doenças e condições de saúde. Artrite Psoríasica, Artrite Reumatoide; Diabetes; vários tipos de canceres, Doença de Gaucher; DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica); Esclerose Múltipla; Espondilite Anquilosante; Fibromialgia; Gestação de risco e recém-nascido de alto risco; Hipertensão, Complicações por depósito de ferro e Câncer de pulmão estão entre elas.

O atendimento é feito por profissionais de saúde – educadores, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais e educadores físicos- que se especializam na orientação para cada doença e respectivo tratamento. Os contatos são feitos com base no conceito de atendimento humanizado, com linguagem acessível. Ao ingressar no programa, a primeira conversa é pelo telefone. Em seguida, o paciente poderá receber visitas presenciais ou online (através de videoconferência), e-mails e mensagens de texto via celular.

Programa de suporte ao paciente e diagnóstico
Programa de suporte ao paciente e diagnóstico
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