Entenda porque a insuficiência cardíaca mata mais que o diabetes

Entenda porque a insuficiência cardíaca mata mais que o diabetes

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), anualmente as doenças do coração podem levar à morte mais de 17 milhões de pessoas no mundo, ou seja, 31% de todas as mortes em nível global, enquanto o diabetes é causador de cerca de 5%. A insuficiência cardíaca, também chamada de insuficiência cardíaca congestiva (ICC) está diretamente relacionada ao enfraquecimento do músculo cardíaco, o coração.  

Quando ele perde a força para bombear o sangue, deixa de suprir as demandas de oxigênio e de nutrientes do organismo. Este, é um problema que pode acontecer a longo prazo e levar a óbito.

O que causa a insuficiência cardíaca

Quando uma doença coronária afeta a circulação, os riscos de sofrer insuficiência cardíaca aumentam. A partir do momento em que o miocárdio é atingido, o órgão passa a se contrair menos e bombear uma menor quantidade de sangue. A limitação na circulação do sangue na musculatura do coração pode levar a pessoa a um infarto. 

O comprometimento do músculo cardíaco também fica comprometido por um fator de risco muito conhecido, o diabetes. Embora ela não seja uma doença cardíaca, sem o controle adequado, o excesso de açúcar circulando no sangue danifica os vasos sanguíneos e até o coração. 

A causa de ataques cardíacos são geralmente uma combinação de fatores de risco como: uso de tabaco, dietas inadequadas, obesidade, sedentarismo, hipertensão e diabetes.

Conheça os sinais e sintomas da insuficiência cardíaca:

  • falta de ar (dispneia)
  • inchaço nos pés, pernas e abdômen (edema)
  • falta de energia, cansaço
  • dificuldade para dormir à noite por dificuldade de respirar
  • perda de apetite, que pode ser acompanhada de náuseas
  • ganho de peso, inchaço no corpo
  • tosse
  • necessidade maior de urinar à noite
  • confusão mental e tontura

 Como prevenir o aparecimento das doenças:

Alimentação saudável: ingerir frutas, verduras e legumes reduzem em 30% as chances de infarto. 

Exercício Físico: a prática regular reduz em 14% os riscos de um ataque cardíaco. 

Fumo: o tabagismo aumenta em 30% os riscos de ter um ataque cardíaco. O cigarro contém cerca de 4.720 substâncias químicas e 60 delas são cancerígenas. 

Obesidade: fique atento à sua circunferência abdominal. A obesidade pode causar outros tipos de problemas de saúde como: pressão alta, aumento da taxa de colesterol, triglicérides e diabetes, infarto, derrame cerebral, além de provocar problemas respiratórios, ortopédicos e dermatológicos. 

Pressão Alta: a hipertensão age de forma silenciosa, prejudicando os rins, vasos sanguíneos e o coração. O acompanhamento com um especialista é fundamental. 

Colesterol alterado e triglicérides: eles passam a ser prejudiciais a saúde se estiverem fora dos valores normais. Por não apresentarem sintomas quando alterados, a única forma de descobrir é realizando exames. 

Diabetes: embora não possa ser curada, pode ser controlada com o uso de medicamentos e algumas mudanças de hábitos. 

Estresse: o estresse agudo e crônico provoca excesso de atividade do sistema nervoso, podendo elevar a pressão arterial. O estresse aumenta em 60% o risco de infarto. 

A prevenção dessas doenças deve ser cada vez mais constante, informando, conscientizando e ensinando os pacientes que mudanças de hábitos na rotina diária pode reduzir cada vez mais a taxa de mortalidade e garantir maior qualidade de vida.

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/12644-saiba-o-que-e-e-conheca-os-riscos-da-insuficiencia-cardiaca

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